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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Como fazer uma extensão

Por: Leroy Merlin

Materiais

1 Plugue macho

Plugue macho

1 Plugue fêmea

  • Individual
Plugue fêmea
Para cada plugue, escolha o modelo:
- Bipolar (2 pinos)
- Tripolar (3 pinos)
Atenção! Respeite sempre o mesmo número de pinos no plugue macho, fêmea e no equipamento a ser ligado.
Escolha também a amperagem dos plugues: - 20 amperes: para ligar equipamentos que aqueçam ou tenham resistência (secador, chapinha, torneira elétrica, micro-ondas, etc.) ou para equipamentos industriais (lavadora, compressores, etc.);
- 10 amperes: para demais usos (ventiladores, liquidificadores, televisores, som, etc.).
Atenção!
A amperagem dos plugues deve ser igual à amperagem da sua tomada.

1 Cabo flexível

Cabo flexível
  • Paralelo: para locais internos e pequenas distâncias (menor de 10 m)
  • PP: ideal para locais externos ou internos com longas distâncias (maior de 10 m)
Obs.: pode ter 2 fios internos (para plugues bipolares) ou 3 fios internos (para plugues tripolares).
Fique atento às cores dos fios:
Azul claro - neutro
Verde ou verde com amarelo - terra
Vermelho, preto ou marrom - fase

Ferramentas

Chave de fenda

Chave de fenda

Chave Philips

Chave Philips

Estilete ou Alicate descascador de fios

Estilete ou Alicate descascador de fios




Antes de começar

  • Utilize uma bancada ou uma mesa limpa e seca para efetuar a montagem.
  • Mantenha as crianças longe do local da montagem.
  • Siga as normas de instalações elétricas (ABNT).

Passo a passo

1. Descasque os fios do cabo

Com o alicate descascador de fios ou o estilete, descasque 3 cm do cabo em cada ponta.
Descasque os fios do cabo

2. Abra o plugue macho

Com a chave de fenda ou Philips, retire o parafuso do plugue macho para abri-lo. Caso não haja parafuso, apenas desencaixe o plugue com a chave de fenda.
Abra o plugue macho

3. Afrouxe os parafusos internos

Uma vez aberto o plugue macho, afrouxe os parafusos internos dele com a chave Philips, sem retirá-los completamente.
Afrouxe os parafusos internos

4. Encaixe os fios do cabo

Posicione as pontas dos fios do cabo no buraco dos bornes. Aperte os parafusos internos. Reagrupe os fios do cabo na base afunilada. Feche e parafuse com a chave de fenda ou Philips.
Encaixe os fios do cabo

5. Abra o plugue fêmea

Com a chave de fenda ou Philips, retire o parafuso que trava o plugue fêmea. Em seguida, abra a tampa com a chave de fenda fazendo movimento de alavanca. Solte a peça plástica que prende os fios.
Nivele a esquadria

6. Afrouxe os parafusos internos

Afrouxe os parafusos internos do plugue fêmea com a chave Philips, sem retirá-los completamente.
Afrouxe os parafusos internos

7. Encaixe os fios do cabo

Posicione as pontas dos fios do cabo no buraco dos bornes. Aperte os parafusos internos. Reagrupe os fios do cabo na base afunilada do plugue fêmea. Feche e parafuse a peça com a chave de fenda ou Philips.
Encaixe os fios do cabo

8. Finalize

Teste o equipamento para certificar-se que ele funciona.
Finalize

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Relés de sobrecarga (ou relés térmicos)


Também chamado de relé de sobrecarga, ou mesmo de relé bimetálico, sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido. O relé térmico é uma réplica do motor, pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo. Sua fabricação se dá, a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a corrente que vai para o motor. 

Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor, pois a instalação em uma ou duas fases, no caso do motor elétrico trifásico, pode não ser o bastante para proteger o mesmo. 

Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase, caso haja aquecimento, o par de placas bimetálicas se deforma, promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais, o que leva a libertação do dispositivo de trava contido num invólucro isolante de alta resistência térmica abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. 

A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas, caso seja superior ao limite de ajuste, situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. Para evitar tal fato, altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente.



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Lâmpadas de LED

Lampadas LED

Vantagens :

Custos de manutenção reduzidos. Em função de sua longa vida útil, a manutenção é bem menor, representando menores custos.


• Eficiência:Apresentam maior eficiência que as Lâmpadas incandescentes e halógenas e, hoje, muito próximo da eficiência das fluorescentes ( em torno de 50 lumens / Watt ) mas este número tende a aumentar no futuro.
• Baixa voltagem de operação:
Não representa perigo para o instalador.
• Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez.
• Controle dinâmico da cor:Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.
• Acionamento instantâneo:
Tem acionamento instantâneo, mesmo quando está operando em temperaturas baixas.
• Controle de Intensidade variável:Seu fluxo luminoso é variável em função da variação da corrente elétrica aplicada a ele, possibilitando, com isto, um ajuste preciso da intensidade de luz da luminária.
• Cores vivas e saturadas sem filtros:
Emite comprimento de onda monocromático, que significa emissão de luz na cor certa, ( veja espectro de cores ) tornando-a mais viva e saturada.
Os LEDs coloridos dispensam a utilização de filtros que causam perda de intensidade e provocam uma alteração na cor, principalmente em luminárias externas, em função da ação da radiação ultravioleta do sol
• Luz direta, aumento da eficiência do sistema:
Apesar de ainda não ser a fonte luminosa mais eficiente, pode-se obter luminárias com alta eficiência, em função da possibilidade de direcionamento da luz emitida pelo LED.
• Ecologicamente correto:
Não utiliza mercúrio ou qualquer outro elemento que cause dano à natureza.
• Ausência de ultravioleta:
Não emitem radiação ultravioleta sendo ideais para aplicações onde este tipo de radiação é indesejada.
Ex.: Quadros – obras de arte etc…
• Ausência de infravermelho:
Também não emitem radiação infravermelho, fazendo com que o feixe luminoso seja frio.
• Com tecnologia adequada
P.W.M, é possível a dimerização entre 0% e 100% de sua intensidade, e utilizando-se Controladores Colormix Microprocessados, obtém-se novas cores, oriundas das misturas das cores básicas.
Que são: branco, azul, verde, azul, verd, amarelo, vermelho.
• Ao contrário das lâmpadas fluorescentes
que tem um maior desgaste da sua vida útil no momento em que são ligadas, nos LEDs é possível o acendimento e apagamento rapidamente possibilitando o efeito “flash”, sem detrimento da vida útil.
• Maior vida útil:Dependendo da aplicação, a vida útil do equipamento é longa, sem necessidade de troca.
Considera-se como vida útil uma manutenção mínima de luz igual a 70%, após 50.000 horas de uso.



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Você conhece o DPS (Disposivo de Proteção Contra Surtos - Raios)?

O que é o DPS – Dispositivo de Proteção (contra raios)?

Não devemos é claro menosprezar a utilização dos “para raios” que já conhecemos, pois cada caso é um caso, o que temos a fazer é analisar as características de proteção contra as descargas atmosféricas, consultando um especialista no assunto.

O Para Raios oferece uma excelente proteção contra essas descargas, mas tem algumas situações em que pode acontecer um desvio da descarga elétrica do raio por outro caminho, e assim chegando dentro da residência, causando a queima de equipamentos elétricos.

O raio pode percorrer distâncias enormes.
Basta ter um condutor metálico apropriado tais como a rede elétrica externa e a rede telefônica, que o raio pode entrar na sua casa sem estar protegida pelo Sistema de Para Raios, e assim conduzir os efeitos de um Raio que caiu nas proximidades e não foi detectado pelo para- raio.
Então a tecnologia nos traz o DPS – dispositivo de proteção contra surtos, uma espécie de disjuntor que se desliga (desarma) quando é percorrido pela descarga elétrica produzida por um raio.

Existem dois tipos de DPS:

Classe I – Indicado para locais sujeitos a descarga de alta intensidade, sendo a rede elétrica aérea e exposta diretamente à incidência do Raio.
É instalado na entrada da rede local.
Classe II – Indicado para locais com rede elétrica interna (embutida ou subterrânea).
É instalado diretamente dentro do Quadro de Distribuição.
São regulamentados pela ABNT- NBR NM 60898 e NBR IEC 60947-2.

O DPS protege sua rede elétrica

Já o DPS, é um dispositivo parecido e instalado exatamente como um disjuntor comum na caixa de distribuição geral (QDG), ou entre o equipamento e a tomada de energia (DPS individual), dependendo do modelo disponível, cuja função é proteger diretamente a rede elétrica interna ou o equipamento contra uma sobre carga (pulso de alta tensão) oriunda de surto atmosférico (Raio) externo conduzida através da rede propriamente dita e descarrega-la diretamente para a terra.

Instalação do DPS – Dispositivos contra surtos atmosféricos

Esses modelos de DPS como já dito, são instalados diretamente nos QDGs, onde entram a fase ou as fases de um lado e neutro incluso, e do outro lado são conectados diretamente os condutores (cabos) direcionados a haste de aterramento.
São instalados na entrada da rede elétrica ou dentro da caixa de disjuntores de proteção (QDG), conforme diagrama a seguir:
dps instalação
O triângulo na cor verde são hastes de aterramento.
Os marcados em vermelho são DPS.
São conectados às fases e neutro de um lado, e o outro lado vai diretamente a terra, por meio de um condutor elétrico.

DPS para PC, Modem e Telefone a ser instalado pelo usuario.


E a tecnologia não para por aí não, pois ainda nos oferece o DPS individual, especifico para cada equipamento como é o caso do computador, modem e telefones sem fio.
É só ligar na tomada e conectar o PC, o telefone ou o modem.
Como podemos ver se utilizarmos a tecnologia a nosso favor, estaremos protegendo dos raios nossos equipamentos dos quais gostamos tanto.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Dispositivo DR: o que é ? para que serve?

Dispositivo DR : o que é ? para que serve?

Este dispositivo detecta fugas de corrente (geralmente quando ocorre choque elétrico)  desarmando o disjuntor onde está ocorrendo o problema, evitando assim que uma pessoa possa levar um choque.
O dispositivo DR (Diferencial Residual) protege as pessoas e os animais contra os efeitos do choque elétrico por contato direto ou indireto (causado por fuga de corrente).
Ao detectar uma fuga de corrente na instalação, o Dispositivo DR desliga o circuito imediatamente.

– Contato direto
A pessoa toca um condutor eletricamente carregado que está funcionando normalmente.

– Contato indireto
A pessoa toca algo que normalmente não conduz eletricidade, mas que se transformou em um condutor acidentalmente (por exemplo, devido a uma falha no isolamento).

O dispositivo DR é um interruptor automático que desliga correntes elétricas de pequena intensidade (da ordem de centésimos de ampère), que um disjuntor comum não consegue detectar, mas que podem ser fatais se percorrerem o corpo humano.
Dessa forma, um completo e eficaz sistema de aterramento deve conter o fio terra e o dispositivo DR.
Quando o uso do DR é obrigatório?
De acordo com o item 5.1.3.2.2 da norma NBR 5410, o dispositivo DR é obrigatório desde 1997 nos seguintes casos:
1. Em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais que contenham chuveiro ou banheira.
2. Em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas externas à edificação.
3. Em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos na área externa.
4. Em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais dependências internas normalmente molhadas ou sujeitas a lavagens.

A exigência de proteção adicional por dispositivo DR de alta sensibilidade se aplica às tomadas de corrente nominal de até 32A;Observações:

quanto ao item 4, admite-se a exclusão dos pontos que alimentem aparelhos de iluminação posicionados a pelo menos 2,50m do chão;
o dispositivo DR pode ser utilizado por ponto, por circuito ou por grupo de circuitos.
A NBR 5410/97, norma da ABNT sobre instalações elétricas de baixa tensão, prescreve a separação dos circuitos de iluminação e tomadas em todos os tipos de edificações e aplicações, independentemente do local (quarto, sala, etc).
Há dois motivos básicos para essa exigência.
O primeiro é que um circuito não deve ser afetado pela falha de outro, não permitindo que, por ocasião de um defeito em circuito, toda umaárea fique desprovida de alimentação elétrica.
O segundo é que a separação dos circuitos de iluminação e tomadas auxilia, de modo decisivo, na implementação das medidas de proteção adequadas contra choques elétricos.

Nesses casos, quase sempre é obrigatória a presença de um dispositivo DR nos circuitos de tomada, o que não acontece com os circuitos de iluminação.
Ao contrário do que pode parecer, o aumento de custo de uma instalação é quase insignificante quando se separam os circuitos de iluminação e tomadas.
Além disso, a crescente presença de aparelhos eletrônicos (computadores, videocassete, DVDs, reatores eletrônicos, etc.) nas instalações provoca um aumento na presença de harmônicas nos circuitos, perturbando assim o funcionamento geral da instalação.
Uma das recomendações básicas quando se trata de reduzir a interferência provocada pelas harmônicas é separar as cargas perturbadoras em circuitos independentes dos demais.

A NBR 5410/97 exige ainda que a seção mínima dos circuitos de iluminação seja de 1,5 mm e a dos circuitos de força, que incluem as tomadas, de 2,5 mm.
Portanto, a exigência da norma de separar os circuitos de iluminação e força tem forte justificativa técnica, seja no que diz respeito ao funcionamento adequado da instalação, à segurança das pessoas ou à qualidade de energia no local.
Acerte na escolha do dispositivo DR

A corrente nominal (In) do dispositivo DR deve ser maior ou igual à corrente do disjuntor.

Esquema de instalação do DR
Dispositivo DR -  instalação do DRDispositivo DR -  Esquema de instalação do DR









Cuidados no uso
Quando um disjuntor desliga um circuito ou a instalação inteira, a causa pode ser uma sobrecarga ou um curto-circuito.

Desligamentos frequentes são sinal de sobrecarga.

Por isso, nunca troque seus disjuntores por outros de corrente mais alta (amperagem maior).

Como regra, a troca de um disjuntor por outro de corrente mais alta requer, antes, a troca dos fi os e dos cabos elétricos por outros de seção (bitola) maior.
Da mesma forma, nunca desative ou remova o dispositivo DR contra choques elétricos mesmo em caso de desligamentos sem causa aparente.

Se os desligamentos forem freqüentes e, principalmente, se as tentativas de religar a chave não tiverem êxito, isso
significa que a instalação elétrica apresenta anomalias internas.


A desativação ou remoção do interruptor significa a eliminação de medida protetora contra choques elétricos e risco de vida para os usuários da instalação.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Como instalar uma tomada?

Como instalar uma tomada nova?

A substituição ou instalação de uma tomada de três pinos (2P+T) de acordo com a nova padronização pela NBR 14136 da ABNT, não exige muito conhecimento em eletricidade, sendo facílima a sua execução.
Apenas deve-se desligar o disjuntor do circuito ou o disjuntor geral antes da execução do serviço, para evitar acidentes com choque ou curto-circuito nos fios condutores.
A nova tomada tem três orifícios para que seja conectado a fase, o neutro e o condutor de proteção TERRA, sendo a tensão de 110 ou 220 volts, o condutor TERRA protege os equipamentos de prováveis fugas de corrente que podem causar acidentes com choques até fatais.

Em instalações modernas a cor dos fios é padronizada

Se a instalação for moderna e atual, deve obedecer a um padrão de cores nos fios, que tornam mais fácil a identificação dos mesmos, estando à energia geral desligada:
Fio condutor neutro = cor azul
Fio condutor terra= cor verde ou verde/amarelo
Fio condutor FASE ou Retorno= Qualquer cor, menos as cores acima.

Tomadas diferentes conforme a potência do equipamento

Você deve simplesmente observar a potencia em watts do equipamento que vai ser ligado nessa tomada, pois existem dois tipos de tomadas atualmente fabricadas, que são:
– Tomada 2P+T para 10 ampères (com orifício de 4,0 mm de diâmetro)
– Tomada 2P+T para 20 ampères (com orifício de 4,8 mm de diâmetro)
Os plugs dos aparelhos elétricos atuais também obedecem à mesma medida no diâmetro.
Portanto é sempre bom verificar o aparelho que vai ser conectado na tomada para não haver dúvidas quanto à potência do mesmo em relação à tomada instalada.

Existe a tomada 2P + T sem o fio terra

Quanto a não ter aterramento instalado na sua casa, não tem problema.
O ideal seria ter o sistema de aterramento para proteção dos seus aparelhos e eletrodomésticos.
Como ainda não tem, você pode instalar a tomada novo modelo 2P+T, sem o fio condutor TERRA, bastando para isso, ignorar temporariamente o orifício central da tomada a ser instalada.
Use apenas os orifícios laterais para o condutor FASE e Neutro, deixando o orifício central sem nada ligado.

Logo que houver a possibilidade, instale o sistema de aterramento, utilizando uma haste de aterramento encontrada em qualquer loja de material elétrico, e tenha sua casa modernizada com proteção contra fugas de corrente nos seus equipamentos.